Centro Municipal de Reabilitação atinge a marca de dois mil pacientes em seis meses de funcionamento

Construído em 2012 anos, mas abandonado entre 2013 e 2016, o Centro Municipal de Reabilitação de Cabo Frio acaba de atingir a marca de dois mil atendimentos seis meses após sua reforma e inauguração, em 13 de novembro de 2017. Somente no primeiro mês de atividade foram registrados 371 atendimentos. A unidade custou cerca de R$ 1,8 milhões aos cofres públicos, e devido aos quatro anos de abandono após a conclusão da obra, precisou ser reformado no começo de 2017 para recuperação de toda parte estrutural, bem como instalação de equipamentos operacionais.


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Antes de ser recuperado, o Centro de Reabilitação estava fechado, danificado e sendo utilizado como depósito de equipamentos hospitalares. Atualmente é um centro especializado em atendimento neurológico e pediátrico com equipe multidisciplinar. Também foi realizado um convênio com a Universidade Estácio de Sá para aumentar o número de atendimentos, sem aumento de custo para a prefeitura, tornando a unidade em clínica escola.

Desde que foi inaugurado, a população tem recebido atendimentos de fisioterapia neurológica para adulto e criança, traumato-ortopedia, fisioterapia respiratória, eletrotermoterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia. A unidade também possui uma equipe multidisciplinar de 10 fisioterapeutas para adulto, três fisioterapeutas pediátricos, uma fonoaudióloga, uma psicóloga, um terapeuta ocupacional, dois assistentes sociais, quatro recepcionistas, quatro auxiliares de serviços gerais, oito vigias e quatro funcionários no setor administrativo.

Localizado no bairro Novo Portinho, o prédio possui uma área de 1.300 m² com recepção, duas piscinas aquecidas (uma de 25 mil litros e outra de 45 mil litros), seis banheiros, uma copa, quatro vestiários, um ginásio com esteiras ergométricas, bicicletas, maca ortoestática, entre outros aparelhos e duas salas administrativas. O Centro também dispõe de uma sala de fonoaudiologia, uma de psicologia, uma de artes manuais (culinária, pintura, macinha) e sete salas de fisioterapia, sendo uma para psicomotricidade, uma para neuropediatria, três para eletrotermoterapia, uma para comportamento motor e uma de avaliação.

Para tornar o espaço mais humanizado, as paredes do local foram decoradas com quadros pintados e cedidos por artistas locais como Carlos Alberto Fouraux, Eliane Guedes, Anderson Carvalho, Ivan Cruz, Cássia Fouraux e Roger Viana.


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