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Dormitório das Garças tem reabertura prevista para 31 de março e sediará unidade de policiamento

Por em 15/03/2017
Estão avançadas as obras para a reabertura do Dormitório das Garças, a primeira unidade de conservação ambiental instalada em Cabo Frio. Segundo o coordenador do Meio Ambiente da Secretaria de Desenvolvimento da Cidade, Eduardo Pimenta, tudo depende da sincronização de agendas entre os governos estadual e municipal: “ainda dependemos que as agendas coincidam e da assinatura do termo de cessão para poder determinar a data definitiva da reabertura. O que podemos garantir é que as obras da sede da Unidade de Polícia Ambiental estão adiantadas e que estamos muito honrados por termos sido escolhidos pelo governo do Estado para sediar essa unidade”, afirmou Pimenta.

O parque ecológico Dormitório das Garças foi inaugurado em junho de 2007, no Dia Mundial do Meio Ambiente, planejado para ser um centro de difusão de técnicas de preservação e de consciência ecológica. O parque municipal esteve abandonado nos últimos anos, período em que o parque passou por incêndios e depredações. A instalação da sede da UPAM será um grande diferencial para que o parque volte a ser um santuário ecológico, livre de depredações e servindo como mais uma atração natural e turística de Cabo Frio.

UPAM

A sede da UPAM que está sendo construída na área do Dormitório das Garças será o primeiro destacamento de policiamento ambiental instalado na Região dos Lagos e vai atender a todos os 15 municípios que a compõem. Para Eduardo Pimenta, a vinda da UPAM para Cabo Frio vai mudar radicalmente a fiscalização e a repressão aos crimes ambientais: “essa Unidade vai otimizar em muito a rapidez das respostas aos atos contra o meio ambiente, como desmatamentos, invasões e depredações. A Polícia Ambiental já vem colaborando com a Coordenadoria do Meio Ambiente em diversas ações de fiscalização. Com a instalação da sede, teremos muito mais eficiência ao atender os problemas ambientais do nosso município”, destacou.

A intenção é que, agora, os criminosos ambientais sejam tratados como reais criminosos, com operações de repressão, fiscalização e a devida aplicação de multas e ate prisões, se for o caso: “os infratores ambientais terão um enquadramento muito mais severo”, enfatizou Pimenta.

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