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Prefeitura mobiliza a sociedade para combater o mosquito Aedes aegypti

Por em 07/03/2017
O município de Cabo Frio está iniciando uma grande mobilização de combate às doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Em uma cerimônia no auditório da Prefeitura, nesta terça-feira (7), foi lançada a Sala Municipal de Controle das Arboviroses (dengue, chikungunya, zica e febre amarela). A sala tem o objetivo de reunir diversos setores da sociedade e expandir as informações, facilitando o combate às doenças transmitidas pelo mosquito.

Estiveram presentes no lançamento o prefeito Marquinho Mendes, o secretário municipal de Saúde, Roberto Pillar, o superintendente estadual de Vigilância Epidemiológica e Ambiental, Mário Sérgio Ribeiro, a superintendente municipal de Vigilância em Saúde, Lucy Pires, além de outros secretários municipais, vereadores e líderes comunitários.

No encontro, Mário Sérgio deixou claro que a mobilização da população é essencial para o combate ao mosquito, já que de 70% a 80% dos criadouros se encontram nas residências, geralmente em acúmulos de água, vasos de plantas, lixo acumulado, entre outros, facilitando a reprodução do Aedes.

"Muito se fala no carro fumacê, mas é importante deixar claro que o fumacê não faz o melhor combate dentro das residências. O fumacê deve ser usado em casos de epidemia, mas no cotidiano, cada morador tem que fiscalizar a sua residência e a sua rua. Só assim os focos podem ser combatidos", explicou o superintendente estadual de Vigilância Epidemiológica e Ambiental.

“O maior desafio é conscientizar e convencer a população. Por isso vamos intensificar as campanhas informativas", completou o secretário municipal de Saúde, Roberto Pillar.

Cabo Frio é o primeiro município do estado região a implantar a Sala de Controle das Arboviroses. Para Mário Sérgio, a cidade é referência na região e o lançamento do programa está inserido nas novas estratégias de combate ao Aedes aegypti.

“É muito importante também que os órgãos públicos e as demais secretarias trabalharem juntos com a Secretaria de Saúde, conhecendo as áreas da cidade com maior infestação do mosquito. Dessa forma, os criadouros são eliminados e a infestação é reduzida,” disse ainda Mário Sérgio.

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