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Prefeitura apoia campanha de combate à homofobia nas linhas municipais de transporte

Uma campanha de combate à homofobia estará a partir do dia 1º de dezembro em 56 ônibus das linhas de transportes do município.  O cartaz explicativo alerta os usuários para o fato de que homofobia é crime. A iniciativa é uma parceria entre a Superintendência de Políticas Públicas LGBTQ+ e a empresa concessionária de transportes públicos do município, a Salineira.

As denúncias podem ser encaminhadas por meio do Disque Direitos Humanos 100, Polícia Militar 190, Defensoria Pública (21) 2332-6186, Disque Cidadania LGBT 0800-0234567, na Superintendência, localizada na Avenida Nossa Senhora da Assunção, 15, sala 03, no bairro Passagem, telefone (22) 99225-6758, e-mail superintendencialgbtq@cabofrio.rj.gov .

Alguns ônibus já circulam pela cidade com o informativo apresentando os números de contato para denunciar crimes de homofobia.

Segundo o superintendente Matheus Cardoso, a campanha faz parte de um conjunto de ações que a Superintendência de Políticas Públicas preparou para esse período de grande rotatividade e fluxo de pessoas utilizando o transporte público municipal.

“A ideia é sensibilizar todas as pessoas, tanto para a questão do crime, que é a homofobia, bem como passar para as vítimas, os canais de defesa de direitos da comunidade LGBTI+. Com essa iniciativa inédita, em tempos tão difíceis, acreditamos que ecoaremos a mensagem diariamente que Homofobia é Crime e que as pessoas LGBTI+ tem direitos e devem cobrar sempre que cerceados dos mesmos”, comentou.

A campanha segue até dia 31 de janeiro.

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Vigilância em Saúde Ambiental realiza ações de bloqueios de mosquitos em Cabo Frio

As condições meteorológicas influenciam diretamente no processo de proliferação de mosquitos. Fatores como chuva (quantidade de dias e volume), umidade e temperatura ditam  o aumento ou diminuição da população desses insetos em uma determinada região. Com as últimas chuvas em Cabo Frio, a Coordenadoria de Vigilância em Saúde Ambiental realiza ações de bloqueios desses mosquitos de forma mecânica e por meio do carro fumacê, principalmente para conter o Aedes aegypti, responsável por doenças como dengue, zika,  chikungunya e febre amarela.

O bloqueio mecânico é feito com visitas às residências pelas equipes de agentes de Controle de Endemias e de Combate a Vetores. O carro fumacê circula pelo município, abrangendo primeiro as áreas com maior índice de notificações, e faz a aspersão do inseticida recomendado pelo Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Os bairros com maiores índices de proliferação de mosquitos são: Guarani, Praia do Siqueira, Palmeiras, Vila do Sol, Recanto das Dunas, Parque Burle, Braga, Manoel Correia, São Cristóvão, Jardim Excelsior, Portinho, Aquários e Santo Antônio.

Segundo a Coordenadoria, de 01 de janeiro a 27 de maio o município contabilizou 1102 notificações de dengue, sendo 37 confirmadas; 817 de chikungunya, dos quais 142 foram confirmadas; e duas notificações de zika, que não foram confirmadas.

A coordenadora da Vigilância em Saúde Ambiental, Andreia Nogueira, pede o apoio da população no combate aos mosquitos. “A comunidade colabora quando não deixa água parada, realiza limpeza de calhas de telhas, verifica atrás dos refrigeradores onde sempre há um reservatório de água, mantém garrafas viradas, olha sempre ralos que circulam água limpa e também reservatórios de águas dos animais de estimação, dentre outras medidas”.

Ainda segundo ela, através de coletas feitas com armadilhas, foi constatado que a espécie que se encontra em expressiva circulação na cidade atualmente é o Aedes albopictus. O mosquito, apesar de incômodo, não é transmissor de arboviroses.

“Certamente a presença dessa espécie se dá porque Cabo Frio é cercada por áreas de mata e de charcos. É um mosquito mais agressivo, mas não transmite doenças. A população deve continuar se protegendo usando repelente e mantendo os cuidados que impedem a formação de focos de reprodução”, concluiu a coordenadora.

 

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Controle do Tabagismo realiza ação para marcar o Dia Nacional de Combate ao Fumo

O Programa Municipal de Controle do Tabagismo, vinculado ao Departamento de Saúde Coletiva, promove uma roda de conversa na próxima quarta, 29, para marcar o Dia Nacional de Combate ao Fumo, celebrado nesta data. A iniciativa será realizada na Sala 22 do PAM de São Cristóvão, das 14h às 17h. Não há limite de vagas, não é necessário inscrição para participar do debate e a entrada é gratuita.

Para participar basta comparecer ao local. No encontro serão discutidas informações sobre a doença, causas, sintomas, tratamentos e os interessados poderão fazer perguntas sobre os riscos à saúde que o hábito de fumar pode acarretar e sobre como funciona o programa.

“As pessoas estão mais conscientes dos problemas causados pelo cigarro e as campanhas têm papel fundamental nesse processo de amadurecimento e de conscientização dos males do fumo à saúde. Mas apesar dos avanços e da percepção por parte das pessoas de que fumar faz mal, ainda são muitos os casos de doenças e de mortes por doenças cardíacas devido ao consumo direto ou indireto do tabaco”, salientou Renata Moura, coordenadora do Programa Municipal de Controle do Tabagismo.

Segundo ela, quem deseja parar de fumar e quiser fazer parte do Programa Municipal de Controle do Tabagismo basta comparecer às segundas e terças na Sala 23 do PAM, das 14h às 17h para se inscrever apresentando carteira de identidade. Em geral depois de inscritos, os interessados participam de quatro sessões em grupo, de três meses de tratamento e, de acordo com cada caso, reposição de nicotina.

O objetivo do Programa Municipal, que segue diretrizes do Ministério da Saúde e da Superintendência de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da Secretaria de Estado de Saúde (SES/RJ), é oferecer informações sobre os riscos de doenças provocadas pelo fumo, ativo ou passivo, e tratamento para quem deseja abandonar o hábito de fumar.

Tabaco, coração e doenças cardiovasculares


O uso de tabaco é um importante fator de risco para o desenvolvimento de doença coronariana, acidente vascular cerebral e doença vascular periférica. De acordo com dados da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e da Organização Mundial de Saúde(OMS) as doenças cardiovasculares (DCV) matam mais pessoas do que qualquer outra causa de morte em todo o mundo.

O uso do tabaco e a exposição ao fumo passivo contribuem para aproximadamente 12% de todas as mortes por doenças cardíacas. Além disso, o consumo de tabaco é a segunda principal causa de DCV, após a hipertensão arterial. A epidemia global do tabaco mata mais de 7 milhões de pessoas a cada ano, dos quais cerca de 900 mil são não-fumantes, que morrem por respirar o fumo passivo.

Quase 80% dos mais de 1 bilhão de fumantes em todo o mundo vivem em países de baixa e média renda, onde o peso das doenças relacionadas ao tabaco e da morte é maior.