Coordenadoria de Posturas terá reforço de contingente para o verão


A Coordenadoria Geral de Posturas da Secretaria de Desenvolvimento da Cidade terá o reforço temporário de 250 agentes para o trabalho de fiscalização do comércio ambulante nas ruas e praias do município a partir deste Réveillon. O aumento no efetivo será mantido até o fim do verão, em março, período em que um grande fluxo de pessoas transita na cidade.

Na Praia do Forte, 150 agentes vão circular para realizar o trabalho de ordenar o comércio ambulante, além de dar apoio à Guarda Marítima na repressão aos esportes praticados à beira-mar, como a “altinha” e o frescobol. Para auxiliar no trabalho e melhorar o atendimento ao banhista, serão montados quatro postos avançados, três deles na areia: um em frente à Praça das Águas; outro em frente ao Hotel Malibu e outro na altura da Duna Preta. A quarta estrutura será erguida na Praça da Cidadania.

Em Tamoios, no segundo distrito, haverá um contingente de 40 fiscais. Já nas praias do Peró e das Conchas, o trabalho de repressão às condutas irregulares na areia será feito por 60 agentes. De acordo com o coordenador Alexandre Lopes, a equipe está preparada para a tarefa de organizar o espaço urbano, sem deixar de lado o atendimento humanizado.

“Estamos promovendo treinamento para melhor atender ao turista e ao cidadão local e intensificar a fiscalização na praia. As quatro tendas nos ajudarão a reforçar a fiscalização na Praia do Forte e no apoio à Guarda Marítima na repressão aos esportes com bola”, explica.

 

Balanço de Natal

 

A equipe da Coordenadoria de Posturas já intensificou o trabalho de fiscalização no feriado prolongado do Natal. Na Praia do Forte, entre o sábado (22) e a terça-feira (25), três ambulantes foram notificados por não estarem com o adesivo que indica a vistoria técnica de botijões de gás GLP e de suas instalações.

Também foram apreendidas dez churrasqueiras de queijo coalho. A prática é proibida por causa do descarte irregular do carvão em brasa na areia, que pode ferir os banhistas. Já o descarte em área de preservação é crime ambiental previsto na legislação.

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