Assistência Social recebe orientações para atendimento em casos de abuso e exploração sexual

Nesta quinta-feira (19) as equipes de orientadores sociais dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), técnicos do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), equipes da Proteção Social Especial e membros do Conselho de Assistência Social participaram de uma capacitação voltada para atendimento em casos de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. O treinamento tratou de abordagens, direcionamento dos casos, identificação e tipificação de violências e maus tratos.


Para a psicóloga Adriana Bandeira, que atua no Centro de Referência em Assistência Social (Cras) da Praia do Siqueira, a capacitação é fundamental para as equipes estarem preparadas para atender a este tipo de demanda, além dos treinamentos serem importantes para manter os profissionais atualizados e qualificados para exercerem suas funções.


“Foi uma capacitação de grande contribuição para o crescimento profissional de toda equipe, com conteúdo de qualidade, atual e pertinente com a nossa realidade de trabalho. O treinamento é de muita importância, pois prepara o profissional para lidar com as situações do dia a dia. Percebo crescimento na qualidade da equipe e do atendimento, bem como na interação com os usuários, após as capacitações”, avaliou Adriana, que atua há um ano no equipamento da Assistência Social.


O encontro foi realizado no auditório da Sala/Vip da Secretaria de Assistência Social, localizado no Braga. O curso foi realizado pelo Departamento de Proteção Social Básica (Deprosb), através do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV). Para Rosana Miranda, diretora do Deprosb, a capacitação serviu como um preparativo das equipes para o evento em maio, realizado pelos Cras, que abordam essa temática.


“Há alguns anos a Proteção Básica e a Especial, em conjunto com o Conselho Tutelar, promovem um evento no mês de maio sobre esse assunto. Mas achamos que não era suficiente e passamos a desenvolver essa temática dentro dos Cras também. É muito importante qualificar nossas equipes para atendimento aos usuários, especialmente o Serviço de Convivência, que é a porta de entrada para os nossos equipamentos”, afirmou Rosana.


Segundo ela, a capacitação teve três etapas: teórica, que abordou as nuances da violência dentro dos lares, principalmente, como identificar os abusos, como a sociedade e a família internalizam essas questões; na segunda fase houve dinâmica de grupo por meio de uma peça teatral para colocar em prática a teoria de abordagem e para encerrar, tratou-se da forma como essas demandas serão abordadas dentro dos Cras, e quais procedimentos a serem adotados para que a criança não continue a sofrer este tipo de violência.


A diretora explicou ainda que atualmente a Assistência Social conta com oito Cras, uma equipe volante e mais uma para ser aberta, provavelmente no empreendimento Monte Carlo, do Programa Minha Casa, Minha Vida, que foi entregue recentemente à popula


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