Ilha do Japonês recebe novas ações educativas do projeto Boca da Barra

Com o objetivo de conscientizar sobre as novas medidas de ordenamento e utilização da área, orientar sobre a utilização do local como ponto de lazer em equilíbrio com a preservação, e ainda identificar novas demandas e pontos a serem melhorados, a Ilha do Japonês, em Cabo Frio, recebeu neste domingo (14) a segunda edição do projeto “Boca da Barra”.


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Através da Guarda Marítima e Ambiental (GMA), a Prefeitura promoveu trabalho de orientação aos banhistas e visitantes. Durante vistoria, os agentes encontraram indícios de que pescadores estão utilizando uma rede conhecida como “malha assassina”. Também houve orientação aos motoristas nos acessos aos estacionamentos, flagrantes de bicicletas presas nas placas de orientação instaladas há pouco mais de uma semana, e orientação aos ciclistas para que deixem os veículos no local adequado sob pena de apreensão.

 

“A presença da Guarda Marítima e Ambiental é de suma importância para o Projeto Boca da Barra porque os frequentadores da Ilha do Japonês precisam entender que essas medidas informadas não são apenas sugestões: são orientações que devem ser seguidas e que, num segundo momento, serão tratadas como infrações, passíveis de multa e até apreensão, como no caso das bicicletas presas nas placas de orientação”, afirmou o coordenador de Meio Ambiente, Eduardo Pimenta.

 

Em relação aos vestígios de pesca ilegal, o comandante da Guarda Marítima e Ambiental, Paulo Fernando Pinto Dias adiantou que a atenção será redobrada no local, com reforço no número de agentes.

 

Durante a ação, frequentadores da Ilha do Japonês também participaram de uma pesquisa promovida por estudantes da Universidade Veiga de Almeida com o objetivo de detectar novas demandas para o espaço, e o resultado demonstrou aprovação às ações já adotadas. A unanimidade foi o ordenamento do estacionamento com a limitação do número de veículos.


Para o sul mato-grossense Rogério Gonçalves, que há seis anos promove excursões para Cabo Frio, além da limpeza e da presença dos agentes públicos na Ilha, as placas instaladas na semana passada estão sendo muito úteis. “A primeira coisa que eu fiz foi decorar o que está nas placas. Quando cheguei com o pessoal, dei uma aula de geografia e de meio-ambiente. Pra ficar perfeito, só falta colocar banheiros químicos. De resto, só elogios. Quero continuar trazendo meus clientes para cá por muitos anos ainda”, afirmou.

 

Este segundo domingo do Projeto foi marcado, também, pela realização da primeira Trilha do Farol, um percurso que começa após os quiosques e termina no Farol da Lajinha. Cerca de 30 pessoas participaram da atividade gratuita e guiada por agentes da Coordenadoria de Meio Ambiente.

 

O Projeto Boca da Barra continua até o mês de fevereiro com ações durante a semana e o auxílio dos estudantes da Universidade Veiga de Almeida na aplicação dos questionários. Ao final do projeto, as respostas serão analisadas e um relatório será elaborado e entregue à Prefeitura de Cabo Frio.


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