Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa formula propostas de políticas públicas para o envelhecimento


Os desafios de elaborar políticas públicas para o envelhecimento no século XXI foi o mote da quarta edição da Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa, realizada nesta terça-feira (19), no auditório da Universidade Veiga de Almeida, em Cabo Frio. A programação do evento, que se estendeu até o fim do dia, foi organizada pelo Conselho Municipal dos Direitos do Idoso (Comudi).
A conferência foi organizada em quatro eixos e teve debates, oficinas e palestras durante os quais foram aprovadas dez propostas na plenária final. Essas proposições serão levadas pelos quatro delegados escolhidos no evento (também foram escolhidos quatro suplentes) para a Conferência Estadual dos Direitos da Pessoa Idosa, que será realizada na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), nos dias 30 e 31 de julho.

O encontro foi oficialmente aberto pelo prefeito Dr. Adriano Moreno, que participou da mesa inicial com a secretária municipal de Assistência Social, Marta Bastos; a coordenadora geral da Pessoa Idosa (Cogepi) e presidente do Conselho Municipal, Beatrice Carvalho; a promotora de Justiça de Família Mônica Rodrigues Cuneo e a representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e vice-presidente do Conselho Municipal, Sônia do Valle.

Durante o discurso, o prefeito falou da importância de valorizar as pessoas que ajudaram a construir a cidade de Cabo Frio e, de modo geral, o Brasil. “Os idosos ajudaram a construir não só a nossa cidade, mas a nossa nação. Triste é o país que não valoriza as pessoas que ajudaram a construí-lo. Isso acontece no nosso país. Cabo Frio é uma cidade pequena, mas que tem dado bons exemplos nesse curto espaço de tempo”, comentou o prefeito.

A secretária de Assistência Social, Marta Bastos, falou sobre os dados estatísticos que apontam para o amadurecimento da população e da necessidade de atender bem a esse público.

“Há um tempo atrás, a gente ouvia dizer que o Brasil é um país de jovens, mas o tempo passou, os jovens envelheceram e parece que o país não se deu conta disso. Hoje nós estamos vendo uma população idosa, negligenciada e cerceada de seus direitos básicos. A gente espera que, após essa conferência, sejam colhidas sugestões e ideias que irão se transformar em ações concretas”, ponderou a secretária.

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