Sete bairros em Cabo Frio recebem na sexta (29) ação de combate às arboviroses

Medidas integram cronograma das equipes de endemias da Prefeitura de Cabo Frio

A Prefeitura de Cabo Frio realiza na sexta (29) ação de combate ao Aedes aegypti em sete bairros do município: Parque Burle, Jardim Esperança, Tangará, Samburá, Gargoá, São Bento e Vila Nova. A medida integra extenso cronograma da Coordenadoria-Geral de Vigilância em Saúde Ambiental, órgão vinculado à Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de Cabo Frio.

O objetivo da ação é coibir mosquito, responsável pela transmissão das arboviroses, que são dengue, zika, chikungunya e febre amarela. De acordo com Andreia Nogueira, responsável pela Coordenadoria, as equipes vão operar na eliminação, tratamento e prevenção de focos do mosquito com uso de larvicida em terrenos baldios, canteiros de obras e residências, caixas d’água, bem com o de qualquer recipiente que seja passível de acumular água.

Importante destacar que as operações das equipes de endemias acontecem regularmente durante todo o ano e são intensificadas de acordo com a necessidade do município ou de algum advento extra, como é o caso da pandemia do novo coronavírus. Na última semana, os bairros que receberam a visita dos agentes foram Guarani, Reserva do Peró, Boca do Mato e Peró, bem como em Samburá e no Gargoá, no segundo distrito.

SOBRE AS ARBOVIROSES

[Fonte: Ministério da Saúde]

Arboviroses são doenças causadas pelos arbovírus, que incluem o vírus da dengue, da febre chikungunya, da zika e da febre amarela. A cada ano, mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo são infectadas e mais de um milhão morrem por doenças transmitidas por mosquitos, moscas, carrapatos e outros vetores.

Estas doenças não passam diretamente de uma pessoa para outra, são transmitidas geralmente por insetos, responsáveis pela veiculação biológica de parasitas e microrganismos ao homem e a animais domésticos. No Brasil, inúmeras doenças são transmitidas por vetores com destaque para dengue, malária, doença de Chagas e leishmaniose.

Mudanças ambientais, aumento substantivo de viagens e do comércio internacional, mudanças nas práticas agrícolas e uma rápida urbanização não planejada estão causando aumento no número e na disseminação de muitos vetores em todo o mundo e tornando novos grupos de pessoas vulneráveis.

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